“(…)

nos EUA nos dias de hoje onde 2
milhões de adultos passam os seus dias atrás de barras, na
nação que possui a taxa de encarceramento mais alta do mundo. No
segundo ano do novo milénio, estavam presas 40 em cada 100.000 pessoas
na Itália. A taxa de encarceramento na Suécia era 60 por 100.000.
Na França: 90 por 100.000. Em Inglaterra: 125. Na África do Sul:
400 por 100.000. A Rússia tinha a segunda taxa mais alta no mundo: 675.
Os Estados Unidos lideraram mundialmente com 690 por 100.000. Incrivelmente, a
nação que se proclama a pátria e a sede da liberdade
mundial, com 5 por cento da população do planeta, tem mais de
mais de 25 por cento dos prisioneiros existentes em todo o mundo.”

Um grupo é especialmente atingido: os negros são 12,3 por cento
de população dos EUA, no entanto representam mais de metade dos
cerca de 2 milhões de americanos actualmente atrás das grades.
Entre 1980 e 2000, o número de homens negros presos aumentou cinco vezes
(500 por cento), ao ponto onde, como o “Justice Policy Institute”
recentemente (2002) informou, de haver mais homens negros atrás de
barras do que matriculados nas faculdades ou universidades dos EUA. Num dado
dia, Chaiken informou que 30 por cento dos homens afro-americanos com idades
compreendidas entre os 20 e 29 anos estão sob supervisão de
correccional, isto é, em instalações prisionais, em
situação de acusação de crime ou ainda em liberdade
condicional.”

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