Hoje foi aprovado pela maioria socialista o Orçamento de Estado para 2008.
Antes de ser aprovado, todos sustiveram a respiração quando Manuel Alegre pediu a palavra – todos terão pensado que o deputado-poeta se iria revoltar contra o futuro reservado às Estradas de Portugal, ou quanto a qualquer uma das outras situações revoltantes do Orçamento de Estado (continuação do congelamento salarial da função publica, financiamento insuficiente do ensino superior, investimento cada vez menor na saude, etc etc) , mas… na realidade foi isto que aconteceu: